Já passei por aqui hoje mas, resolvi voltar. Estou achando tão interessante esse negócio de escrever no blog que dá vontade de ficar o dia inteiro escrevendo minhas bobagens, parece que alivia.
Hoje aconteceram alguns fatos interessantes, primeiro foi que fiquei duas horas tentando escrever uma carta de agradecimento aos patrocinadores do prêmio que a ONG dá. Devo ter escrito e apagado esse bendito texto mil vezes e, acreditem não terminei. Tive várias conclusões sobre esse fato, primeiro que se não consigo escrever uma carta assim devo ser mesmo muito burra, como meu blog mesmo intitula, “um desastre mental”, depois percebi que não é tão fácil assim escrever uma carta objetiva quando você quer falar de sentimentos, ora, me emocionei na entrega do prêmio, mas, os caras que deram dinheiro não estão interessados na minha emoção, por fim, descobri que lidar com empresário é um saco mesmo!
Depois fui criticada por essa postagem abaixo, disseram que sou capaz de fazer e ser o que eu quiser e não preciso ficar seguindo as regras que a sociedade nos impõe, e que na verdade valorizar uma “mesmice” que é minha me torna uma personagem e não uma verdade. Caramba, se entendi bem o “troço” , o que eu escrevo abaixo é tudo mentiroso, mas, posso dizer que tudo que escrevi é o que realmente sinto e se for mentira, já não sei mais o que sinto.
Desde de que voltei de Minas, valorizar minha “mesmice” tem sido uma coisa muito prazerosa. Não que eu não fique irritada, cansada e desanimada, ainda mais quando tenho que pegar ônibus lotado em um trânsito infernal, mas sei lá, eu to com a sensação de que a vida é tão boa, tão inesperada, e que mesmo as coisas chatas têm um propósito. Tipo trabalhar é chato. É mesmo, chato pra caramba, é claro que eu preferia gastar todo o tempo que estou trabalhando, fazendo coisas muito melhores, como por exemplo, assistir televisão o dia todo com meu namorado do lado, comendo salgadinho e falando mal de todos os programas (realmente isso é muito bom). Mas, vamos ser realistas, é o trabalho que dá dinheiro pra gente ir ao cinema, viajar, e é o que toma nosso tempo e faz com que a gente valorize ainda mais esses momentos ou um simples fim-de-semana.
Resumindo, hoje percebi que: “tudo é muito difícil antes de ser simples”.
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